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26 de fevereiro de 2009
9 de dezembro de 2008
(...) Também da Inglaterra, o Keane retorna ao Brasil levando o seu rock fofinho para São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. O grupo, que veio ao País pela primeira vez em 2007, vem divulgar o seu novo trabalho, “Perfect Symmetry".
Belo Horizonte: 12 de março no Chevrolet Hall
e não há coisa que me faça mais carinho aos ouvidos e aos olhos...MESMO!
Belo Horizonte: 12 de março no Chevrolet Hall
e não há coisa que me faça mais carinho aos ouvidos e aos olhos...MESMO!
17 de novembro de 2008

Costumo odiar artistas lambidos em excesso pela imprensa ou parte dela. Eu odeio Mallu Magalhães. Não por ela ou pelas músicas em si (até gosto). Não consigo suportar o furdúncio que se faz sobre algo que não representa nada. Pior, o exagero de alguns críticos cria um efeito de público inacreditável, de tão sem sentido. O “efeito Mallu” expõe a mediocridade de parte de nossa imprensa musical e, principalmente, a acefalia da molecada, que consome qualquer coisa que tenha um “selo de qualidade” reconhecido. O mais engraçado é que eles se auto-intitulam independentes.
Uma coisa é resenhar um disco, levantar a bola de um artista ou até dar um espaço um pouco maior para algo em que se aposta. Mas qual o interesse em se dar capa de jornal, comercial, programa de televisão, textos semanais ininterruptos? Isso se deu com o CSS, com o Bonde do Rolê e Mallu é só a bola da vez. “Ah, mas os críticos europeus adoram eles e isso demonstra que eles são bons mesmo”. Isso só demonstra ainda mais a mediocridade das pessoas que se deixam levar por esse negócio que chamam de hype. Essa maldita palavra conseguiu transformar até Björk em símbolo máximo do refinamento musical, dá pra ter noção disso?
Sinceramente: você gosta de feijoada em lata? Não conheço ninguém que goste. Mas vende pra caramba, né? Pronta pra comer e não dá trabalho nem de procurar a receita. O que importa é encher a barriga, não é mesmo? Todos ficam contentes. O dono da fábrica, o cara que te vende isso como algo bom e você, um idiota que aceita que te enfiem qualquer coisa.
Uma coisa é resenhar um disco, levantar a bola de um artista ou até dar um espaço um pouco maior para algo em que se aposta. Mas qual o interesse em se dar capa de jornal, comercial, programa de televisão, textos semanais ininterruptos? Isso se deu com o CSS, com o Bonde do Rolê e Mallu é só a bola da vez. “Ah, mas os críticos europeus adoram eles e isso demonstra que eles são bons mesmo”. Isso só demonstra ainda mais a mediocridade das pessoas que se deixam levar por esse negócio que chamam de hype. Essa maldita palavra conseguiu transformar até Björk em símbolo máximo do refinamento musical, dá pra ter noção disso?
Sinceramente: você gosta de feijoada em lata? Não conheço ninguém que goste. Mas vende pra caramba, né? Pronta pra comer e não dá trabalho nem de procurar a receita. O que importa é encher a barriga, não é mesmo? Todos ficam contentes. O dono da fábrica, o cara que te vende isso como algo bom e você, um idiota que aceita que te enfiem qualquer coisa.
(Texto retirado do blog bifecomxuxu.blogspot.com )
15 de novembro de 2008
Pois é! Eu vi o homem da minha vida.
O clima era de êxtase geral,Etta James tocava ao fundo AT LAST e tu
do parecia correr em câmera lenta.Ele estava lá, distante,no Olímpio,comendo uvas e sendo abanado por folhas de palmeira...
E eu lá, na parte baixa,junto com os ossos do carneiro que ele com desprezo descartou,amontoada com os reles mortais.
Ele cantava e dançava.Era um deleite aos meus secos olhos que nem piscavam mais.
Fiquei naquela por 3 horas.
Quando consegui reunir minhas últimas e pequeninas forças,saquei uma camêra qualquer -talvez do bolso de alguém- e registrei pela segunda vez aquele momento.
Alguns instantes depois,meu Deus fez uma sábia citação: O que vivemos aqui não pode ser transposto em fotos nem vídeos.Só quem está aqui agora sente isso.
Não me fiz de fátuo e tratei de jogar a câmera alheia fora,afinal,o que Ele iria pensar de mim se me visse naquela cena?
(Post So last weeeeeek ,mas,nao podia perder a oportunidade.)
Show Camelo BH
9 de novembro de 2008
Tem coisa que realmente, não dá.
Neste mês (15),Cyndi Lauper volta ao Brasil depois de um jejum de 14 anos de terras tupiniquins.
A cantora, que fez sucesso nos anos 80 com canções como "Girls Just Wanna Have Fun" e "True Colors", reservou o palco do Freegels Music (me perguntei se a verba era pouca ou o tempo curto demais pra escolher local melhor) aqui em BH.
Bring Ya To The Brink segue a receita de sucesso que levou Cyndi ao estrelato. As 12 faixas do CD são dançantes até a última nota musical. O que muda agora é que a popstar, antigamente conhecida como o patinho feio do rock, está mais madura (bota madura nisso) e de olho no que está acontecendo no mundo.
Porém,assim como disse Cher em sua brilhante e ÚLTIMA apresentação :É melhor parar agora,no auge.
Quanta sabedoria em uma pessoa só. É claro,quem em sã consciência não iria querer ser lembrado só por seus momentos gloriosos?
Muitos jogadores de futebol e BBB's também são adeptos a feliz citação da minha rainha Cher,porém,esses nada de interessante tem a oferecer.Mesmo.
No novo CD de Lauper,há músicas que dão ainda um caldo.'Same Ol’ Story' remete aos pomposos anos 80,'High & Mighty' é super atual e flerta com o eletro ,'Grab a Hold' mostra o jeito de cantar que consolidou a cantora anteriormente.enfim,ok Cyndi.você venceu,batata frita.
A cantora, que fez sucesso nos anos 80 com canções como "Girls Just Wanna Have Fun" e "True Colors", reservou o palco do Freegels Music (me perguntei se a verba era pouca ou o tempo curto demais pra escolher local melhor) aqui em BH.
Bring Ya To The Brink segue a receita de sucesso que levou Cyndi ao estrelato. As 12 faixas do CD são dançantes até a última nota musical. O que muda agora é que a popstar, antigamente conhecida como o patinho feio do rock, está mais madura (bota madura nisso) e de olho no que está acontecendo no mundo.
Porém,assim como disse Cher em sua brilhante e ÚLTIMA apresentação :É melhor parar agora,no auge.
Quanta sabedoria em uma pessoa só. É claro,quem em sã consciência não iria querer ser lembrado só por seus momentos gloriosos?
Muitos jogadores de futebol e BBB's também são adeptos a feliz citação da minha rainha Cher,porém,esses nada de interessante tem a oferecer.Mesmo.
No novo CD de Lauper,há músicas que dão ainda um caldo.'Same Ol’ Story' remete aos pomposos anos 80,'High & Mighty' é super atual e flerta com o eletro ,'Grab a Hold' mostra o jeito de cantar que consolidou a cantora anteriormente.enfim,ok Cyndi.você venceu,batata frita.
Cindy,Vou no seu show mesmo contra todos os meus princípios de passar perto da praça da Estação depois das 10 da noite mas,já deu,ne?
16 de outubro de 2008
13 de outubro de 2008
Não que eu seja saudosista,não.(?)
Até porque, limitada aos dígitos 9 e 0 não poderia articular muita coisa além de relatos.
A verdade é que o coevo tá muito chato.Clichê.
Hoje todos os diferentes são iguais,antes, bem....você não precisava suar a camisa - ou comprar camisas novas - para ser o diferente.
Numa época de opressão,imagina o frio na barriga de um cara que escrevia contra o governo em um muro?(!!!)ou que Lutava versus a Alemanha na guerra,que participava do movimento hippie contra a permanência dos soldados americanos na guerra do Vietnã?Sensações essas que não sentiremos nem o cheiro na nossa vidinha fútil atual.
E as bandas então? gosto da época em que funk não era 'mc Marcinho' ,o legal era a época em que,funk era sinônimo de música boa! um ritmo que influenciava até cantores renomadas de jazz! Quando James Brown definiu o funk não imaginaria que seu requintado ritmo definharia no Brasil.
Não só no Brasil,os ritmos expiraram em imo em todos os lugares.
Antes,o conhecido Hip Hop servia como válvula de escape,como forma de reação aos conflitos sociais e à violência sofrida pelas classes menos favorecidas da sociedade urbana,agora,termos chulos e assuntos bacanais são tratados.Apologia ao crime e as drogas é imperativo.Os Pasquins...aliás,nem entrarei nesses méritos,irei ler minha Veja mesmo.
É,realmente nasci na época errada mas me recuso a ser um ente contemporâneo.
27 de setembro de 2008
26 de setembro de 2008
Last FM
Uma vez estava possuída pela cafonice e queria porque queria ouvir Bryan Adams cantando “Heaven”: “beibe iur ól derái uant... uen iur lái-in ríri in mái arms...”. Mas eis aí um problema das rádios online: se você está a fim de ouvir uma música em especial, Murphy toma conta e a danada da música não toca, por mais óbvia que ela pareça na playlist.
Mesmo assim, digitei lá “Bryan Adams”. E tocou Peter Cetera (ok, tudo a ver), Chris De Burgh (Alpha FM na veia) e... Sting (?!). Cara, achei triste pro Sting figurar numa playlist relacionada à Bryan Adams. Não basta ser zuado pelo Ozzy, ainda tem que agüentar mais essa?
19 de julho de 2008
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